Mais um meio para doar

Já mostramos aqui no blog sites confiáveis onde você pode fazer doações para ajudar os refugiados. Agora existe mais uma maneira, para aqueles que possuem aparelhos da Apple (iOS). NApp Store, está disponível a realização de doações para a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, instituições que estão cuidando dos refugiados no Mediterrâneo e regiões vizinhas.

Todo o processo é muito simples e pode ser encontrado, junto com demais informações, ao se clicar (tocar) nesta aba que se encontra na App Store.

Aba na App Store

Local da doação

Marina Santili de Oliveira

Como ajudar?

A crise de refugiados na Síria é um problema muito sério, que está causando comoção mundial. Com muita frequência vemos ou escutamos algo sobre a precária condição em que mais de 4 milhões de refugiados se encontram.
Ao vermos tais calamidades temos a vontade de ajudar, porém muitas vezes não sabemos como fazer tal coisa. Normalmente pensamos em doar, mas e o medo de o dinheiro parar onde não devia? Pensando nisso, por meio desta publicação, iremos indicar sites nos quais é possível doar dinheiro de uma maneira segura, com a certeza de que este irá ser destinado para as pessoas que tanto precisam.
Estas doações, que não possuem valor mínimo, vão ser usadas para assistência vital aos refugiados, como abrigo, água potável, cuidados médicos, entre outros; podendo mudar o destino de várias famílias.

Refugiados sírios na fronteira com a Turquia

Refugiados sírios na fronteira com a Turquia

Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados)
http://donate.unhcr.org/pt/siria
Site da ONU, em português, dedicado para ajudar os refugiados do conflito na Síria; a contribuição em reais, pelo cartão de crédito, mas também é necessário fazer a opção em moeda estrangeira para finalizar a doação.

Caso você tenha o interesse de ajudar ainda mais, abaixo estão os sites de outras entidades que também oferecem assistência:
https://www.msf.org.br/doador-sem-fronteiras
https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=siria
https://www.icrc.org/eng/donations/ (Cruz Vermelha)

Doe e ajude na sobrevivência daqueles que nada têm.

Menino refugiado deixando a Síria

Menino refugiado deixando a Síria

Marina Santili de Oliveira

Aylan Kurdi

Havia 4.013.000 refugiados sírios antes desta foto ser tirada. Hoje, são 4.052.011 refugiados sírios em países vizinhos. O impacto dessa foto foi imenso, não por mostrar especificamente a morte do garotinho, chamado Aylan Kurdi, que morreu afogado em uma travessia ao deixar seu lugar de origem, mas sim, por revelar a opção. A opção de muitas famílias sírias que preferem arriscar as suas vidas tentando chegar a Europa mesmo sabendo que o seu filho pode ser estampado na próxima foto chocante. Desde que a guerra civil começou, em 2011, na Síria, o país se tornou a maior fonte de refugiados do mundo, com base nisso, não é preciso ser um especialista para saber que, desde 2011, aconteceram muitas mortes iguais a de Aylan Kurdi, e, se não houver uma mobilização mundial para ajudar os refugiados, continuaremos vendo fotos como essa.  

MARIA LAURA PREUSS

BandAid e a crise de refugiados

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Fundado em 2011, o BandAid surgiu a partir da necessidade de discutir a fome e a seca que atingiu a Somália naquele ano. Os voluntários se propuseram a fazer posts que trouxessem informações sobre o ocorrido e disponibilizaram links para quem desejasse doar para instituições como a UNICEF e a OMS, que tinham propostas de ajuda humanitária no local.

Recentemente, a foto de um menino sírio de três anos arrastado até a praia na Turquia chocou o mundo. O corpinho infantil de Aylan Kurdi, morto afogado em um naufrágio na travessia de seu país para a Europa trouxe luz a questão da crise de refugiados, pertinente não só à Europa, como toda a comunidade global.

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Com o objetivo de debater o tema, conscientizar a população e, de certa forma, ajudar o mundo a encontrar uma solução para esta crise humanitária, os estudantes do MONU-EM decidiram reativar o Blog BandAid.

Aguarde as próximas publicações!

Notícias

http://nacoesunidas.org/nao-e-crime-requerer-refugio-e-asilo-destaca-presidente-da-assembleia-geral-da-onu/

http://nacoesunidas.org/onu-apresenta-propostas-para-europa-gerir-crise-de-refugiados-e-migrantes/

dados atualizados
http://data.unhcr.org/mediterranean/regional.php

Beber e dirigir : como isso ME afeta ?

Poderíamos começar este texto relatando os milhares de acidentes que ocorrem diariamente no trânsito de São Paulo, do Brasil. Porém, conhecemos nós mesmos, e sabemos o quão difícil é, para os cidadãos que vivem nessa correria de São Paulo, parar, para refletir e compreender a gravidade deste assunto.

Acidentes de trânsito ocorrem em quantidade absurda em nosso país, não me prenderei a números e porcentagens pois o objetivo deste texto não é assustá-lo, nosso real objetivo é alertá-lo.

Todos os dias, enquanto faço minhas lições de casa, estudo, converso com meus amigos pelo facebook, acabo ouvindo um som vindo da sala, onde meu pai assiste ao jornal, o som das palavras de repórteres que objetivamente, relatam a morte de uma..duas..três..dez…vinte pessoas: adultos, crianças, pessoas de idade, que inesperadamente, e brutalmente, têm suas vidas interrompidas pela falta de bom senso de motoristas bêbados. Muitas vezes, eles ingeriram pouco álcool, mas o álcool, em uma combinação trágica com o volante, mata, mata muito.

No momento em que ouço o relato dessas mortes, me sinto mal, porém, em alguns minutos, acabo me distraindo com outras coisas, volto a fazer a lição de casa, volto a mexer no computador e nunca mais tenho notícias sobre aquele caso, aquela morte, aquela família que perdeu um ente querido. Acredito que muitos se identifiquem com essa situação. Os jornais nos informam sobre os acidentes: “menina de 19 anos morre na volta de festa, os pais se encontram no IML ( Instituto Médico Legal ) para verificar se o corpo é de sua filha ” . Mas, e se eles nos informassem que essa tal “ menina de 19 anos ” tem um nome, Sofia, Julia, Ana, Marcela, que acaba de completar 19 anos, acaba de entrar na faculdade depois de passar um ano ralando no cursinho, e por isso, saiu para comemorar com os amigos em uma balada, que esta menina sempre sonhou em ser médica, advogada, juíza, veterinária, que os pais desta menina que se encontram agora no IML, acompanharam por 19 anos cada passo de uma sua filha, ao seu lado, e neste dia, precisarão entrar uma sala e identificar o corpo de sua filha, morta. Sofia, Julia, Ana, Marcela, com a morte de uma pessoa, são pais, avós, tios, primos, amigos, melhores amigos que têm um pouco de suas vidas, levadas juntas com a morte de alguém tão querido.

E então, já pensou o quanto, o simples ato de confiar em alguém que diz não estar embriagado, para lhe dar uma carona, ou confiar que você, bêbado, tem controle sobre a direção de um carro, pode causar tantas tragédias?

Sou jovem, meus amigos são jovens, todos que participam desta campanha do Band-Aid são jovens, queremos chamar a sua atenção bandeirantinos! Todos nós sabemos o que acontece em baladas, festas, bares, afinal, somos nós, jovens, os protagonistas desta história, e somente nós podemos mudar seu caminho.

Lembra-se daquele momento, em que antes de sair para uma festa, sua mãe pergunta “Com quem você vai voltar para casa depois da festa?! ” – e você responde: “ Não sei mãe, na hora eu vejo quem pode me dar uma carona!” ai está o problema!! Que tal mudarmos esta conversa? Que tal, um dia antes da festa, você combinar com sua mãe, seu pai, seus amigos, os pais de seus amigos, com quem vocês voltarão para a casa ? Que tal voltar das festas com seus pais, pessoas responsáveis? Que tal você deixar de pegar carona com pessoas que estavam na festa, pessoas que ingeriram álcool ? esse negócio de pegar carona na saída de festas com amigos que beberam, não é uma boa ideia..

Contamos com todos vocês para lutarmos e mudarmos, esta triste realidade!

  • Amanda Sadalla

Dirigir e Beber? Não!

Acidentes no trânsito estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Mortes e ferimentos, causadas por batidas de carro ou atropelamentos, são muito comuns hoje em dia. São 40 mil vítimas por ano, sendo que 40% delas, sofrem por conta de motoristas embriagados. O governo brasileiro, por causa disso, gasta bilhões de reais. O problema, é que as leis brasileiras ainda são muito flexíveis: a pessoa que, bêbada, mata no transito, sofre uma pena de 2 a 4 anos que pode ser convertida em trabalhos comunitários. Além disso, a nova lei, a lei seca, não adianta em nada, uma vez que o motorista pode se negar a fazer o exame do bafômetro ou o exame de sangue, que são as únicas formas de provar que o indivíduo estava realmente bêbado.

É nesse contexto, que o Não Foi Acidente entra em ação. Campanha iniciada por Rafael Baltresca, que teve a mãe e a irmã mortas por conta de um atropelamento, reivindica mudanças nas leis de trânsito, como o aumento da pena de motoristas embriagados e a abolição do exame de sangue e do bafômetro, que seriam substituídos por uma analise clínica de um médico ou de alguém que tenha fé pública, assim, uma vez acusada a embriaguez do motorista por um médico, o motorista pode usar o bafômetro a seu favor, para comprovar que não está embriagado.  Além disso, a campanha propõe também mais educação de trânsito e campanhas de conscientização.

Com tudo isso, todos devem tomar conhecimento e se conscientizar sobre esse problema tão sério. Chamar um taxi ou pedir carona para um amigo, depois de beber alguns drinks é sempre a melhor solução. Dar uma carona para pessoas embriagadas ou conscientizar conhecidos sobre esse tópico é, também, uma ótima forma de contribuir para a diminuição de mortes no trânsito.

  • Silvia Fundament

Não foi acidente

O Band-Aid, projeto criado por alunos do colégio bandeirantes, que tem como objetivo ajudar na divulgação de campanhas humanitárias, adotou recentemente uma nova causa, o projeto de iniciativa popular “Não foi acidente”.

O “Não foi acidente” é uma campanha feita pelo povo que busca diminuir o número de acidentes de trânsitos causados pela combinação de álcool e direção, visando principalmente mudar as leis neste sentido que hoje em dia ainda possuem muitas brechas, permitindo que criminosos saiam impunes e assim, desmotivando o cumprimento das leis pelos motoristas.

Muitos acreditam, no entanto, que se não dirigirem alcoolizados ou simplesmente não dirigirem já estarão a salvo e, por isso, não dão valor a campanhas desse tipo, mas o álcool somado à direção não afeta apenas o motorista alcoolizado, milhares de vítimas são feitas desta combinação todo ano, crianças são atropeladas, famílias são desfeitas, até patrimônios públicos são destruídos. Enquanto as leis a respeito de álcool e direção não ganharem maior importância e não forem discutidas e revisadas.

Acidentes causados por motoristas alcoolizados são uma das principais causas de morte entre crianças de 1 a 14 anos, deixando claro que um motorista alcoolizado é uma ameaça a qualquer um, pois até os que não dirigem são diretamente afetados pelos irresponsáveis que dirigem embriagados.

O Brasil é o quinto país no mundo com maior número de mortes por acidentes de trânsito, o sudeste concentra 46% do número de vítimas, e o sexo masculino é muito mais afetado por estes acidentes.

Por isso o Band- Aid busca, por meio desta nova campanha, levar as pessoas a refletirem e discutirem sobre leis que tem se mostrado fracas, e sobre um comportamento que tem em muito prejudicado a segurança dos cidadãos.

  • Guilherme Duarte
  • Omar Rached
  • Bruno Siciliano

Chuvas no Sudeste – Entenda

Já está se tornando comum a convivência dos brasileiros com os efeitos devastadores que atingem a região Sudeste. Todo ano o estado do Rio de Janeiro é colocado em alerta máximo, principalmente por causa de deslizamentos (que são os maiores causadores de mortes). E os moradores de São Paulo não conseguem permanecer tranquilos devido à tamanha preocupação nos diversos pontos de fácil inundação nas cidades e nas rodovias. Entretanto Minas Gerais é o estado que vem demonstrando mais fragilidade em relação às fortes chuvas, pois registra mais prejuízos com estas. Nesse ano, 103 municípios foram colocados em estado de emergência devido às enchentes.

O período das chuvas inicia-se em Outubro e tem seu fim apenas nos últimos dias de Março, sendo Janeiro o mês com maior incidência. E o agravamento se deve ao fato de o Sudeste estar localizado em um ponto de mais fácil formação de núcleos de chuvas devido à evaporação e à umidade, o que causa chuvas mais fortes e, principalmente, mais frequentes.

E mesmo que a Defesa Civil (“conjunto de medidas permanentes destinadas a evitar e a minimizar as consequências de eventos desastrosos, previsíveis ou imprevisíveis, além de socorrer e assistir as populações das áreas atingidas estabelecendo o bem-estar social.”), junto com a meteorologia avise as populações dos locais de risco sobre as chuvas que virão, não há muito o que fazer, pois os moradores das áreas perigosas raramente se mudam ou são transferidas nessas épocas. Isso não exige apenas boa vontade dos moradores (que muitas vezes não tem lá a melhor condição financeira para se mudar), mas também estudos sociológicos e de área, para que as pessoas tenham um outro lugar  onde se sintam confortáveis para morar, afinal não é tão fácil mudar de casa.

Entretanto, o problema das fortes chuvas não está somente relacionado à boa (ou à má) vontade de São Pedro todo ano, mas nas atitudes do governo, para que inundações e deslizamentos sejam no mínimo amenizados com investimentos preventivos na infraestrutura das cidades. O que acontece é que quando chove as primeiras medidas do governo são adiantar o valor básico para o cofinanciamento estadual dos serviços de assistência social, bolsa família e cesta básica (que são essenciais para as famílias que perderam seus bens e estão desabrigadas e podem também ser doadas por instituições não governamentais). Depois se iniciam as reconstruções de casas, pontes, ruas para que a infraestrutura da cidade volte ao normal. E só depois que se pensa em prevenção, que seria o mais importante para que nos anos posteriores não fosse necessário tomar essas medidas. No entanto essa prevenção geralmente não ocorre devido ao atraso nas obras ou em alguns casos ao desvio de verbas.

Um exemplo dessa prevenção um tanto falha são os piscinões. Os piscinões são reservatórios de acumulação temporária das águas das chuvas, que retardam sua chegada aos rios principais, evitando assim que eles transbordem. No entanto suas obras estão sempre atrasadas. Além disso, quase nunca são feitas manutenções e a população também agrava o problema jogando lixo e entupindo as passagens, fazendo com que os piscinões se tornem praticamente inúteis.

Dessa forma, as inundações e deslizamentos que tanto aterrorizam as populações do Sudeste nunca serão amenizados. Todos devem tomar conhecimento do assunto e agir, para que no futuro isso não seja um motivo de mortes e desgraças, mas sim de tranquilidade e orgulho, por ter um problema tão complexo resolvido.

– Mariana P. Bregola 

Os sonhos já podem florescer

 

Mantimentos chegando na Somália em caminhões da ONU

Após seis meses de uma grave crise de fome na Somália, seu povo consegue, com ajuda do mundo inteiro, superar a catástrofe que os assolava. A ONU anunciou ter chegado ao fim o estado crítico de fome no país, apesar de este ainda não estar em uma situação totalmente confortável. Poder ver que com a ajuda de muitos, um grande número de pessoas, uma pequena nação, pode conseguir sair de uma crise tão grave é motivo de orgulho para todos nós do Band-Aid. Estas vidas salvas são a motivação que temos para seguir em frente, sabendo que nada foi em vão, sabendo que todos que contribuíram com a campanha e que fizeram doações foram uma pequena parcela de toda ajuda global ao povo somali. Nós ajudamos, e juntos, com o resto do mundo, conseguimos. Acreditamos que são iniciativas assim que podem tornar o mundo melhor, e são resultados como esse que nos incentivam para as próximas campanhas.
Obrigado a todos que doaram, seja o seu tempo, seja o seu dinheiro nessa crise onde cada doação fez a diferença.

– Pedro Duarte & Caio Duarte